Os antioxidantes são compostos bioativos que protegem as células contra os danos causados pelos radicais livres.
Esses radicais são subprodutos naturais do metabolismo, intensificados por fatores como poluição, estresse e má alimentação, resultando no estresse oxidativo, um dos principais responsáveis pelo envelhecimento e por doenças crônicas.
Ao neutralizar os radicais livres, os antioxidantes ajudam a manter o equilíbrio do organismo, promovendo longevidade e qualidade de vida.
Embora alimentos como frutas e vegetais sejam ótimas fontes de antioxidantes, a suplementação permite uma maior concentração desses compostos, potencializando seus efeitos.
A suplementação não substitui uma alimentação saudável, mas complementa sua ação, oferecendo uma proteção mais eficaz para as células do corpo.
A glutationa é uma molécula produzida naturalmente pelo corpo, composta por três aminoácidos: glutamato, cisteína e glicina.
É necessária em muitas reações, contribuindo para a saúde dos músculos, servindo de fonte de energia para as células do intestino e do sistema imune, dentre outras funções.
A glutationa é especialmente abundante no fígado e nos rins, sendo essencial para manter o equilíbrio celular [1].
Seus níveis são diferentes no cérebro entre adultos e idosos, assim como a sua quantidade difere de acordo com as regiões do cérebro. Além disso, pesquisas mostram uma menor quantidade de glutationa no sangue de pessoas mais idosas quando comparadas ao mais jovens [2].
Nossos corpos obtêm glutationa de duas maneiras: dos alimentos que comemos e de nossa própria produção interna. Devido à capacidade do corpo de produzir glutationa, ela não é considerada um nutriente "essencial".
Em algumas condições, porém, a necessidade de glutationa do corpo é superada pela sua capacidade de produzi-la.
A exposição a toxinas, substâncias químicas ambientais e ingeridas, e até mesmo atividades saudáveis como o exercício físico podem aumentar os radicais livres e a necessidade do corpo usar glutationa.






